
Projetos e Circuitos
Do continente ao arquipélago dos Bijagós
A Fundação Kassumay desenvolve projetos e circuitos de ecoturismo comunitário em três grandes regiões da Guiné-Bissau: Norte, Sul e o Arquipélago dos Bijagós.

Região de Cacheu e Sāo Domingos
Circuito Norte
A norte do país, entre o rio Cacheu e a fronteira com o Senegal, encontram-se aldeias tradicionais, manguezais extensos e um património cultural rico, ainda pouco visitado. Trabalhamos com as comunidades desta região para desenvolver um turismo de aldeia que preserva os modos de vida locais.
- Elia
- Aldeia tradicional que preserva práticas agrícolas e comunitárias transmitidas de geração em geração, hoje aberta a um turismo de aldeia genuíno.
- Bolol
- Pequena comunidade rural onde os visitantes podem partilhar o quotidiano das famílias locais e conhecer técnicas tradicionais de subsistência.
- Varela
- Praia extensa marcada por falésias de laterite em erosão, piscinas naturais entre rochas e uma comunidade piscatória ativa que vive da pesca artesanal.
- Djobel
- Aldeia vizinha de Elalab, com arquitetura tradicional e acesso aos manguezais e canais que caracterizam a paisagem do rio Cacheu.
- Eramé
- Comunidade rural do extremo norte, próxima da fronteira com o Senegal, representativa do turismo de aldeia que a Fundação procura desenvolver na região.










Boé e os Parques Nacionais do interior
Circuito Sul
A sul e no interior, a Guiné-Bissau guarda alguns dos ecossistemas mais preservados da África Ocidental — florestas densas, quedas de água e lagoas que sustentam uma biodiversidade única.
- Boé
- Região do interior com quedas de água, rapids fluviais e vida selvagem — um território de trilhos guiados por comunidades locais e guardas-florestais.







Reserva da Biosfera da UNESCO
Arquipélago dos Bijagós
O arquipélago dos Bijagós é composto por mais de oitenta ilhas e ilhéus, classificado como Reserva da Biosfera pela UNESCO. Cada ilha oferece uma janela sobre um dos últimos grandes santuários naturais e culturais da região.
- Orango
- Parque Nacional que protege a rara população de hipopótamos de água salgada dos Bijagós, num mosaico de lagoas, praias e manguezais.
- Bruce
- Ilha de praias de areia branca, ecolodges e cottages à beira-mar, rodeada por floresta costeira preservada.
- Canhabaque
- Conhecida como o coração cultural dos Bijagós, com aldeias de casas em banana e mudbrick e cerimónias tradicionais ainda muito presentes na vida da comunidade.
- Carache
- Ilhéu do arquipélago que integra os circuitos entre comunidades, contribuindo para a rede de destinos de turismo comunitário dos Bijagós.
- Bolama
- Antiga capital colonial da Guiné-Bissau, com um património arquitetónico histórico que a Fundação procura valorizar como parte da oferta cultural do arquipélago.









Reserva da Biosfera da UNESCO
Arquipélago dos Bijagós
Orango




Bruce




Canhabaque




Bolama




Parques e Áreas Protegidas
Cantanhez e a Lagoa de Cufada
Para além dos circuitos numerados, dois territórios protegidos merecem destaque próprio pela sua importância ecológica: a floresta de Cantanhez, no sul, e a Lagoa de Cufada, junto a Buba.


Floresta de Cantanhez
Santuário de chimpanzés e uma das últimas grandes florestas tropicais preservadas da Guiné-Bissau, com trilhos guiados através de árvores centenárias de raízes gigantes e observação de vida selvagem acompanhada por guias comunitários.


Lagoa de Cufada (Buba)
Refúgio de biodiversidade aquática no sul do país, com percursos de canoa entre nenúfares e uma paisagem lacustre que sustenta a pesca e o turismo de natureza local.



Património dos Bijagós
Ilha de Caravela
Caravela é uma das ilhas do arquipélago dos Bijagós, integrada na Reserva da Biosfera da UNESCO. A sua aldeia tradicional, as águas turquesa que rodeiam os seus ilhéus e recifes, e a paisagem costeira preservada fazem dela um dos territórios que a Fundação Kassumay procura valorizar através de um turismo cultural e ecológico responsável, construído junto da comunidade local.
Quer conhecer estes territórios?
Os nossos circuitos são construídos em parceria com operadores turísticos responsáveis e com as comunidades locais.